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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tecnologia 4g no Brasil


A primeira geração (1G) de redes móveis surgiu na década de 80 com a tecnologia AMPS (Advanced Mobile Phone System). Era totalmente analógica e suscetível a interferências. Seu sinal era interceptado com facilidade, bastava alguém sintonizar na mesma frequência que seu celular trabalhava para escutar sua conversa. Além disso, seu telefone podia ser clonado com mais facilidade que atualmente.

A segunda geração (2G) surgiu na década de 90, mas muitos celulares ainda continuavam a usar a tecnologia 1G. A transição de uma geração para outra ocorre de forma lenta, já que demanda troca de aparelhos para suportarem a nova tecnologia. Com as redes 2G houve a troca do analógico para digital, como o sinal não era mais analógico era possível agora ser codificado.
Com essa geração ganhamos um recurso que hoje é trivial: enviar e receber SMS. Os aparelhos celulares reduziram seu tamanho e passaram a consumir menos bateria. Com isso, os preços também reduziram. Mas o celular ainda era um luxo para poucos. No decorrer da década os preços ficaram mais populares.
Samsung Infuse com rede 4G (Foto: Divulgação)Samsung Infuse com rede 4G (Foto: Divulgação)
rede 3G surgiu em meados de 2001 prometendo interatividade via internet móvel no seu celular. A rede 3G possui cobertura com qualidade superior a suas antecessoras. Com o advento dessa tecnologia novos serviços foram desenvolvidos. Passou a ser possível a realização de videoconferência,download de vídeos, jogos interativos e Voz sobre IP, tudo isso na tela do seu celular etablet. E as funções estão disponíveis em qualquer lugar, desde que haja cobertura da sua operadora.Já ouviu falar de LTE? Pois bem, essa é a tecnologia de quarta geração que será implantada no Brasil. Quais serão as diferenças entre 3G e 4G? O TechTudo responde isso pra você neste artigo.
3G x 4G
A terceira geração revolucionou a telefonia móvel, pois com ela foi possível navegar em tempo real na internet até em lugares fechados, como elevador e metrô, algo que não era possível com 2G.
O 4G terá todos os benefícios do 3G e outros mais, como velocidade superior de quatro a cem vezes em comparação ao 3G. Além de suportar mais protocolos de rede.
No 4G algumas aplicações terão prioridade sobre outras conforme necessidade, alocando a conexão de forma inteligente. Os padrões de telecomunicações são definidos pelo ITU (International Telecommunication Union), que é uma agência das Nações Unidas.
No exterior, a tecnologia 4G
 já está disponível em alguns países da Europa, Ásia e nos EUA.
A tecnologia 4G

Na internet encontramos muitos artigos falando sobre as diferenças entre 3G e 4G. Os dois padrões que competem pelo mercado de 4G hoje são o WIMAX, com a versão 802.16M, e oLTE Advanced (Long term evolution).

A tecnologia LTE, desenvolvida pela Third-Generation Partnership Project (3GPP), é uma evolução do High-Speed Packet Access (HSPA). Você já deve ter reparado que quando está conectado ao 3G aparece a letra H indicando que a conexão está estabelecida, pois é o HSPA.
A tecnologia LTE usa novas técnicas de moduação, por isso consegue alcançar altas taxa dedownlink. Abaixo é mostrada a evolução das redes digitais, que vai desde o 2G até o 4G. O LTE usa como modulação: OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplex) e MIMO (Multiple Input Multiple Output), que aumenta a capacidade das ondas de transmissão.


A tecnologia LTE é uma evolução das redes 3G atuais. Poderemos usar TV interativa, blogs de vídeo móvel, jogos avançados e serviços profissionais, além de tantos outros recursos.
O LTE vai oferecer benefícios não apenas às operadoras, mas também aos consumidores. Em um primeiro momento, o preço do serviço será alto, pois a demanda da tecnologia será pequena. Conforme as pessoas forem adquirindo aparelhos compatíveis com a tecnologia, a tendência é que o preço diminua, assim como ocorre hoje com o 3G.
O 4G vai se aproximar à internet fixa com relação a velocidade. A tecnologia LTE permite que velocidades superiores a 200Mbit/s sejam atingidas. A empresa Ericsson, por exemplo, conseguiu taxas acima de 150Mbit/s. Essas taxas já atendem aos requisitos exigidos pelo ITU

segunda-feira, 16 de maio de 2011

4G no Japão vai custar R$ 20 .


SÃO PAULO - A operadora de telefonia japonesa NTT DoCoMo anunciou hoje que vai ofertar o serviço de banda larga 4G no país a partir do dia 24 de dezembro. Chamado de Xi (lê-se "crossy"), o serviço será baseado na tecnologia Long Term Evolution (LTE ) e vai permitir a recepção de dados em dispositivos móveis com velocidade de até 75 Mbps – quase dez mais rápida que a capacidade atual da operadora. Inicialmente, o serviço será ofertado apenas para notebooks e netbooks via modem. As chamadas de voz e a troca de dados em smartphones devem ser implantada em abril de 2011. Tóquio, Nagoya e Osaka serão as primeiras cidades a receber o serviço. Vendido em contrato de dois anos, os planos vão variar entre entre 1 000 ienes e 6 500 mil ienes ao mês (algo entre R$ 20 e R$ 135), com direito de transferência de até 5Gb/mês. O gigabyte adicional sairá por 2 652 ienes (cerca de R$ 55).

China Mobile será uma das pioneiras em adotar cubos que substituem antenas

 
SÃO PAULO - A Alcatel-Lucent apresentou, ontem, em Londres, uma nova tecnologia capaz de substituir antenas de telefonia baseadas em torres por um pequeno aparelho com menos de 1 quilo. Chamado de LightRadio, o novo formato é baseado em um pequeno cubo de rádio, de 300 gramas, capaz de emitir o sinal entre frequências de 400 MHz a 4 GHz, e um outro aparelho responsável pelo processamento. Com isso, o conjunto seria capaz de oferecer sinal nos padrões 2G, 3G e 4G simultaneamente. Entre as vantagens apresentadas pela empresa para a nova tecnologia estão a diminuição da necessidade de locação de espaço para a instalação das antenas, diminuição do consumo de energia por parte das torres e a melhoria da qualidade da cobertura por meio de uma melhor distribuição dos pontos. Além disso, o padrão LightRadio também oferece a possibilidade de instalar pontos emissores em laterais de prédios, postes ou qualquer lugar onde exista uma demanda por banda larga. De acordo com presidente de tecnologias da Alcatel-Lucent, Wim Sweldens, oLightRadio não se trata de uma solução doméstica, uma vez que ele possui alcance macro. O novo formato gerou mais de 200 novas patentes e contou com a parceria da Bell Labs, instituto de pesquisa da Alcatel-Lucent, da HP e da Freescale. De acordo com o comunicado, as teles China Mobile, a americana Verizon e a europeia Orange serão as primeiras a testar o novo formato.

Oi irá testar rede 4G em julho no Brasi


SÃO PAULO - A operadora Oi anunciou, hoje, em São Paulo que iniciará testes de redes de quarta geração no Brasil ainda no primeiro semestre deste ano.De acordo com a tele nacional, os testes usarão redes móveis do tipo LTE (Long Term Evolution), uma evolução das atuais redes 3G. Atualmente, a Oi fornece serviços 3G que podem atingir até 7 Mbps. Embora não tenha divulgado como funcionará sua rede 4G no Brasil, conexões com tecnologia LTE são capazes de oferecer conexões móveis de até 30 Mbps em países que já a adotam, como Estados Unidos e Japão. Para montar suas primeiras redes 4G no Brasil, a Oi convidou quatro fabricantes internacionais de hardware, a Alcatel-Lucent, Nokia, Huawei e ZTE. A experiência da Oi é interpretada por especialistas em telecom como uma forma da operadora credenciar-se para disputar os leilões de freqüência 2,5 GHz, que a Anatel deve realizar ainda este ano. Este leilão deverá liberar faixas para que as primeiras teles nacionais ofereçam redes móveis de alta velocidade. O objetivo da agência reguladora é que as teles privadas tenham serviços estáveis de 4G em funcionamento ate 2014, ano da Copa do Mundo do Brasil. O grande fluxo de turistas para as sedes da Copa e o trabalho do staff de organização e cobertura jornalística da competição devem impulsionar o tráfego de dados em redes móveis no período. A Oi, no entanto, ainda não divulgou as cidades onde os testes serão feitos, pois aguarda um estudo que irá identificar os locais onde não haverá problemas de interferência com serviços de TV paga via rádio (MMDS), que atualmente utilizam a freqüência de 2,5 GHz. Apesar do desejo das teles e da Anatel de ter redes 4G estáveis em funcionamento até 2014, ainda há muitos problemas nas atuais redes 3G. De acordo com entidades de defesa dos consumidores, como Proteste e Procon-SP, os serviços de redes 3G são líderes de queixas dos consumidores. Entre as principais reclamações estão o alto custo das conexões, falhas e intermitências nos tráfego de dados e indisponibilidade de rede 3G em muitas áreas do país.

Medida provisória deve tornar tablets 30% mais barato


Produtos passam a se beneficiar da Lei da Informática e ficarão isentos de pagar PIS/Confins.
O Ministério da Fazenda deve encaminhar nesta segunda-feira (16 de maio), uma medida provisória que diminui os impostos para os tablets produzidos no Brasil. A medida foi elaborada em conjunto por técnicos dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), da Ciência e Tecnologia (MCT), Receita Federal e Ministério da Fazenda.
Com a medida, os tablets são incluídos na chamada MP do Bem, e ficarão isentos de pagar 9,25% de PIS/Confins. Além disso, em alguns estados, haverá a redução do ICMS incidente sobre este tipo de produto, podendo cair de 18% para 7% em muitos casos. Os fabricantes também poderão se beneficiar da Lei de Informática, que reduz em 95% a alíquota de imposto sobre produto industrializado (IPI).
Segundo Virgílio Augusto Fernandes Almeida, secretário de Política de Informática, a medida é resultado de uma proposta do MDIC, já submetida à consulta popular. Com ela, os tablets passam a ser considerados produtos semelhantes aos notebooks, que já possuem isenção de diversos impostos durante sua fabricação. A partir de agora, tablets passam a ser definidos especificamente como “interação com tela sensível ao toque a ter uma área de tela, por exemplo”.
Almeida complementa afirmando que a redução de impostos para os aparelhos é sinal de que o Brasil está disposto a avançar na sofisticação dos aparelhos fabricados no Brasil, competindo no mesmo nível de países como a China, Japão, Coreia e Taiwan. Ainda não há projeções da redução final dos preços dos tablets, mas estima-se que ela pode chegar a 30% em geral.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mini Fit é o desktop para ligar na TV.

Mini Fit

avaliação
prós Compacto e bonito. Leitor de Blu-ray removível
contras Processador fraco e falhas de design (botão de ligar a haste de suporte)
conclusão Indicado para ser a central de mídia. Seu design permite que ocupe um espaço na sala de TV sem destoar do ambiente
ficha técnica
Atom 230 1,6 GHz . 2 GB .HD de 500 G.B . Nvidia ION .Wi-Fi n .HDMI
.Leitor de Blu-ray USB
Teclado com mouse .Leitor de cartão .Windows Home Premium 32
Com design elegante e um visual que impressiona de tão pequeno, o Positivo Mini Fit é um desktop com uma única pretensão: invadir sua sala de TV. Com um processador Atom de 1,6 GHz, 2 GB de memória RAM, HD de 500 GB e leitor de Blu-ray, o Mini Fit encara a tarefa de rodar vídeos na TV com sua saída HDMI com facilidade. Para controlar o pequeno, o usuário conta com um teclado Bluetooth com trackpad. Vendido por 1.999 reais, o pequeno vem para brigar com Mac Mini, da Apple, e outros que surgiram para atiçar a competição da categoria. Com carcaça em plástico preto brilhante, o minidesktop é bastante elegante. Com o leitor de Blu-ray, que pode ser removido e é conectado por USB, o conjunto mede 17,5 por 6,1 por 18,2 centímetros. Ele pode ser posicionado na horizontal ou na vertical. Para ficar em pé, ajudando a dissipar o calor com uso constante, o desktop deve ser preso a uma haste metálica que acompanha o produto.  A falta de um sinal indicando o botão de ligar pode chatear alguns usuários, que precisam passar por um jogo no estilo “Onde está Wally” na primeira vez que o desktop é ligado. A remoção do leitor de Blu-ray pode ser prática em diversas situações, como ligar a gaveta em outro computador, mas seu sistema, que lembra uma gambiarra, não é dos mais resistentes e mata uma USB traseira.
Para que você não tenha que ficar próximo do computador e da TV para escolher o que vai assistir, o desktop acompanha um teclado Bluetooth. Mesmo sendo feio, com acabamento em plástico e detalhes em cinza e verde, o teclado traz um trackpad multitoque do lado direito e os botões do mouse do lado esquerdo. Pode parecer estranho no começo, mas a divisão torna prático o uso de um sofá, já que para encontrar um filme ou navegar na internet você não vai precisar apoiar o mouse em alguma coisa, basta o teclado no colo

Blu-ray da Philips sai por 400 reais

avaliação
Prós Relação custo/benefício, menus benfeitos
Contras Inexistência de saída de áudio ótica, recursos online e reprodução limitados
Conclusão Tocador de Blu-ray para o essencial
MAS e SÓ PARA O ESSENCIAL
Blu-ray 2.0 . DivX, Xvid, MP4, WMV, MOV . Saídas: HDMI 1.3, vídeo componente, composto, áudio coaxial, RCA estéreo . 2 USB . Ethernet
Apesar de lançado recentemente, o Blu-ray player BDP3100X/78, da Philips, está mais próximo dos aparelhos de dois anos atrás, inclusive na aparência, do que dos da atual geração. Ele reproduz Blu-ray com competência e é equipado com porta de rede para conectar-se à internet para obter conteúdo extra de discos com a função BD-Live. Ligado a um receiver compatível, ele permite ao espectador curtir os filmes em Blu-ray com todo o detalhamento e qualidade proporcionado pelas trilhas sonoras em Dolby TrueHD e DTS-HD MA. A partir daí, tudo o que o 3100X oferece está abaixo do que se espera de um bom Blu-ray player. Ele não acessa conteúdo online, não faz o streaming de arquivos dos computadores da casa e, nos testes do INFOlab, não tocou DivX e Xvid em 1080p pela porta USB. Só reproduziu vídeos em baixa definição nestes dois formatos. Em média de preços no varejo, o tocador sai por R$ 408.
O visual do aparelho é simples. Muito simples. Todo preto, sua parte frontal possui a inscrição da fabricante no centro e o logotipo da mídia na gaveta do disco. Os botões são físicos e se situam entre o visor de informações e a porta USB, a qual não tem tampa. O acabamento é brilhante e, as dimensões, um pouco acima da média: sua altura de 6 centímetros chega a ser 67% maior que a do Sony S470.
Para se conectar à web, o 3100X se utiliza da interface Ethernet RJ-45. Infelizmente, contudo, esta conexão serve somente para visualizar os extras de discos Blu-ray, através do serviço BD-Live. Nesta situação, é preciso espetar um pen drive de, ao menos, um gigabyte de capacidade em uma das duas entradas USB do player. Isso poderia ser evitado se a Philips embutisse memória interna no tocador, assim como a Samsung faz no caríssimo C6900. A incompatibilidade DLNA deste player, apesar de ser motivo de desagrado, não é exceção: nos nossos testes, o já mencionado Sony S470 também se recusou a usufruir do protocolo, mesmo quando ligado à rede doméstica.
Entre as saídas de vídeo que possui o 3100X, figuram uma HDMI 1.3, vídeo componente e vídeo composto. Para o som, há coaxial e RCA, apenas - ponto negativo para donos de receiver acostumados a utilizar cabo ótico para no sistema surround. O que nos agradou foi a presença de duas portas USB, através das quais pode-se ligar um pen drive para recepção do BD-Live e, outro, para a reprodução de filmes baixados da internet (legalmente, óbvio). O formatos suportados são WMV, MPEG-2, MP4 e MOV (todos em 1080p), DivX e Xvid (em baixa resolução). Arquivos vídeo com codec de áudio MP4-AAC ficam sem som. Sentimos falta, claro, do versátil Matroska (MKV).